sábado, 11 de setembro de 2010

NY, day 2 - Empire State e Quinta Avenida

No sábado de manhã o despertador tocou às sete e eu, apesar de ter dormido pouco, levantei lépida e faceira pra ir pra Manhattan tocar o terror. O dia amanheceu espetacularmente lindo, felizmente: pouco vento, céu azul e temperatura amena, nem sinal do furacão. Antes de sair pra encontrar o baiano no apê do Paco, tive que tirar registrar a vista da janela do meu quarto:

Lá no fundo, nosso primeiro destino do dia

Chegando no Paco, encontrei a mesa posta pra gente tomar café. Fiquei meio assim porque a Estela tinha me convidado pra tomar café lá, e eu agradeci e falei que a gente ia tomar café na rua. Mas como eu tinha combinado com ela de tomarmos café juntas no domingo pra gente se conhecer melhor e tal, fiquei me sentindo menos culpada. Comemos bagels com manteiga e café feito com pó brasileiro - o Paco foi muito mais esperto que eu e trouxe mil sacos de café do Brasil. Saímos por volta das nove e pra nossa surpresa tava quase frio na rua. Deu pra tremer as pernas de bermuda e regata, mas nada grave.

Bom, pegamos o metrô e fomos direto pro Empire State, que fica na 34 com a 5ª. O Empire State era o prédio mais alto de NY até construírem as torres gêmeas. Agora que elas não existem mais, o Empire voltou a ser o prédio mais alto. E é absolutamente lindo também. Olhem só:

Aqui eu tava no cruzamento da 34 com a Broadway e a Av. das Américas

Aqui eu tentando caber na mesma foto que o prédio. Complexo...

Chegando mais perto...

... e mais perto! Quase deitei no chão pra tirar essa foto :D

Finalmente dentro!

Bom, uma vez dentro do prédio funciona assim: a gente sobe até o 2º andar e entra numa fila pra comprar os ingressos. Depois entra em outra fila pra passar no detector de metais. Depois em outra fila pra bater uma foto que eles fazem uma montagem e colocam o Empire State atrás (e querem te vender por 20 dólares na saída). Depois em outra fila pra pegar um elevador que te leva até o 80º andar em 15 segundos. Chegando lá tem duas opções: pegar outra fila pro elevador até o 86º, que é onde tem o observatório, ou subir a escada. A gente subiu a escada.

Mais esclarecimentos e curiosidades sobre o Empire State: o ingresso custa 20 dólares pra subir até o observatório do 86º andar, que é aberto. Se quiser subir até o observatório do 102º andar (o andar mais alto do prédio) é mais 15. A gente não subiu porque ainda não aprendemos a cagar dólares, mas dizem que é ainda mais espetacular, apesar de ser fechado. O prédio tem um total de 124 andares até o mastro, e são 1860 degraus do térreo até o 102º. Parece que tem uma competição anual pra ver quem sobe todos os degraus mais rápido. Alguém se habilita? Ah, e quem viu Sintonia de Amor deve lembrar que boa parte do filme gira em torno desse prédio. Eu revi esse filme recentemente e lembro de pensar que era ridículo eles se encontrarem no topo do prédio tarde da noite, mas a-há!, o prédio fica aberto pra visitação 365 dias por ano, das 8 da manhã às 2 da manhã. O último elevador sobe a 1:15. Confesso que deu vontade de subir de noite, mas como eu disse, ainda não aprendemos a cagar dólares.

Bom, mas chega de blablablá que eu já tou parecendo o Ted. O negócio é que lá de cima dá pra ver tudo, dá pra ver outros estados inclusive (imagina subir num prédio em Porto Alegre e enxergar Santa Catarina!). Aí vão algumas das milhares de fotos que eu bati:

Sul: Manhattan Bridge e Brooklyn Bridge. E o Brooklyn do outro lado do rio.

close no Chrysler Building (o pontudinho)

Prédio da Chrysler mais de longe, East Side e o East River

A Estátua da Liberdade

Esse mato aí no fundo é o Central Park

Fraco o terracinho... rs

Tanto vento lá em cima...

... que eu precisei do casaco!

Bom, tem muito mais fotos, mas é impossível colocar tudo aqui. Só um último registro de quando estávamos já quase indo pegar o elevador pra descer:

Tem espelho? Então tem que ter foto!

Saindo do prédio decidimos pegar a 5ª avenida e subir em direção ao Central Park. Estávamos na 34 e o Central Park começa na 59, então parecia uma caminhada razoável. O problema, meu povo, é que a 5ª avenida é a 5ª avenida: além de todas as lojas podres de chiques (que pra ser sincera a gente nem olhou), a cada esquina tem alguma coisa super tipicamente nova-iorquina que a gente precisa ver. Não acreditam? Acompanhem!

Eu na 5ª avenida

Biblioteca pública, cenário de "O dia depois de amanhã". Em reformas, que droga, o prédio é lindo e nem dá pra ver!

A 42. Olhamos em direção ao leste (direita na foto) e pá! Chrysler Building. Vamos lá ver!

Aí dois passos antes dele pá! A estação central! (Pra quem assistiu Madagascar, é onde a velhinha enche o leão de porrada)

Tá, a gente vai ter que entrar...

Igualzinho à Sé... rs

Mas idêntico!

Bom, aqui já estávamos verdes de fome. Vimos uma padaria bonitinha lá dentro e resolvemos almoçar uma foccaccia e um cup cake.

Finalmente comi um cup cake

E tava bom!

Saindo da estação voltamos pra 5ª avenida e aí começamos a ouvir uma batucada muito reconhecível. Brasileiros? Não, não pode... Mas é, pensando bem, tinha brasileiro pra tudo quanto era lado em NY. E eis que quatro quadras mais adiante a gente topa com isso:

Fujam! É uma invasão!

Tua conhecida, baiano?

Bah, só nós dois não tínhamos atinado que nessa noite era o show da Ivete e no dia seguinte o tal do Brazilian Day. Por isso a cidade tava minada de brasileiros! Nada contra, na verdade, mas bah, tu vai pra NY pra encontrar brasileiros? Eu quero encontrar nova-iorquinos, pô! Combinamos de passar longe do Brazilian Day e seguimos em frente:

Rockefeller Center

Na frente do Rockefeller. Prestem atenção à direita da foto...

... porque tem uma loja de Lego cheia de esculturas de Lego na vitrine!

Na frente é tudo rodeado por bandeiras de países. É lindo e junta uma galera!

Logo na frente tem a St. Patrick's Church, que não coube em nenhuma foto

A porta da igreja, linda!

E olha só lá dentro!

Trump Tower! Sim, tem uma árvore encravada no prédio!

Tem mesmo!

"Ei, seu Donald Trump, joga um saco de dinheiro aí!"

A Trump Tower é quase no Central Park. Entre ela e a igreja é só loja de grife. E na frente da Trump Tower fica a Playboy Entreprises hehehe. Mas a cereja do bolo fica na frente do Central Park. Melhor do que qualquer loja de grife - e nessa a gente entrou:

Nave-mãe?, digo, Apple Store?

Tá, vou encerrar esse post por aqui. Gente, tá difícil contar tudo, é muita coisa e eu tou sem tempo! Mas prometo que logo acaba, tá? No próximo post tem Central Park, ameaça terrorista, Metropolitan Museum of Art e Times Square! Quem viver, verá!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

NY - day 1

Depois do hamburguer fomos até a Barnes & Noble mais próxima comprar um guia de Nova York, porque é claro que o baiano fez questão de esquecer o dele em College Park. No caminho passamos pelo centro do Brooklyn, que é bem legal. Aprendi que o Brooklyn era uma cidade independente de Nova York e que as duas se juntaram por causa do suprimento de água. Então no centro do Brooklyn tem a prefeitura de Brooklyn (um prédio lindo) e vários outros prédios administrativos daquela época que hoje em dia viraram outra coisa. Segundo o Paco, os brooklyinianos (?) mais antigos quando vão pra Manhattan dizem que tão indo pra Nova York hehehe.

Bom, pegamos o guia da Michelin e aproveitamos pra tomar um café na Starbucks que tem dentro da livraria, mas tava tão cheia que nem conseguimos sentar. E de lá fomos pra Manhattan. Ou Nova York, se vocês quiserem ser broonklynianos da gema.

A peregrinação por bicicletas durou a tarde toda. Saímos do Brooklyn e atravessamos a Brooklyn Bridge a pé. Foi a realização de um sonho! Aí vão algumas fotos:

Eu e o Paco antes de subirmos na ponte

O centro da ponte, lá onde a Miranda e o Steve se encontraram no final de Sex & The City - o filme (hehehe)

Prova de que eu não baixei a foto anterior da internet :P

Eu e o sul de Manhattan. Pra quem tá se perguntando onde tão os carros, eles tão no andar de baixo da ponte...

Quem é aquela mulher de verde lá no fundo?

Empire State

Manhattan Bridge - linda também

Lá pelas tantas no meio da travessia surgiu do nada um bando de monociclistas atravessando a ponte. Muitos! Esse foi o último - e o mais inusitado:

Homem de lata?

Ah, sim: esqueci de dizer que o tempo tava horrivelmente nublado e úmido nesse dia por conta do furacão (sim! furacão!!) que tava passando na costa. Se vocês olharem o mapa do post anterior, logo à direita depois do Brooklyn já é o mar. É superperto, da janela do Paco dava pra ver. Aliás, a vista do apê do Paco, no 28º andar, é de tirar o fôlego: todo o sul de Manhattan, a Estátua da Liberdade e o mar do outro lado. E a bocó aqui não lembrou de tirar nem uma fotinho sequer :(

Saindo da ponte a gente cai direto na área administrativa da cidade. A prefeitura fica praticamente na frente da ponte, olhaí:

Prefeitura

Chafariz da prefeitura

Devo dizer de saída que muita coisa tá em reforma na cidade. A área da prefeitura é uma dessas coisas, então não deu pra bater fotos decentes. Mas fica aí o registro.

Saímos da área da prefeitura e fomos andando para o noroeste em direção ao Greenwich Village. Passamos por uma beiradinha de Chinatown, SoHo, George Washington Square (também em obras) - em cujos arredores fica a Universidade de Nova York (NYU) até chegarmos no Village. O Village é o cenário de Friends e eu fiquei tão abobada de estar lá que não atinei de bater fotos. Também em um dado momento a gente se perdeu e tivemos que nos concentrar no mapa.

Falando em mapa, aí está um mapa de Manhattan pra vocês terem noção dos lugares que eu vou mencionar nos posts:


Nova York é muito fácil de se localizar: as avenidas atravessam a ilha na vertical e começam ao leste pela número 1 e vai subindo. Algumas são chamadas por outros nomes que não o número, como a Madison Ave. e a Park Ave., mas todo mundo sabe onde elas ficam e é fácil memorizar a ordem. As ruas atravessam a ilha na horizontal e a contagem começa do sul pro norte. Na parte sul da ilha, que é a parte mais antiga, as ruas têm nomes: Wall Street, Canal Street, Fulton Street. Da Canal pra cima começam os números e vai avançando de um em um. Então se tu tem que ir na esquina da 34 com a 7 tu sabe exatamente pra que lado tem que ir. Então vocês podem ver a Brooklyn Bridge embaixo à direita e ver que a gente foi subindo pelos lugares que eu falei ali em cima :)

Agora algumas fotos pra matar a curiosidade de vocês. Não tirei muitas fotos nesse primeiro dia porque, como eu disse, tava bestificada demais e tava preocupada em olhar o mapa.

As legítimas. Todo mundo usa. Até no SoHo.

Paisagem típica do SoHo. Esse bairro é chiquérrimo, só lojas sofisticadas de decoração e roupas caras. E Havaianas, claro.

NYU vista da Washington Square (também em reformas, portanto, sem fotos)

Baiano testando a bicicleta do Paco

Depois que o Paco comprou a bicicleta a gente foi tomar mais um café na Starbucks pra usar o banheiro, depois o Paco foi pedalando pra casa e a gente passou numa loja de vinhos pra comprar vinhos pros nossos anfitriões e depois voltamos pro Brooklyn de metrô, exaustos da Silva. O Paco fez uma massa ao pesto com pesto caseiro que ele mesmo faz, ficamos conversando mais um pouco, curtindo a vista da sacada e depois eu fui pro apartamento da Estela.

Ah, essa parte eu não contei! A Estela é uma lingüista do México de quem eu já li alguns textos. Ela é bem amiga do Paco e ofereceu pra eu dormir no apartamento dela, que é no mesmo andar do apê do Paco; então de quebra conheci mais uma lingüista e a filha dela, que não é lingüista, mas que também é gente muito boa. Na verdade nessa primeira noite a gente mal conversou, porque ficamos de papo na casa do Paco e eu acabei indo pra lá meio tarde, aí só tomei um banho e desmaiei na cama. Mas não sem antes tirar fotos da vista do quarto em que eu dormi. Babem, que no próximo post tem mais! Mas esse só vem amanhã.

Brooklyn Bridge (mais perto), Manhattan Bridge (mais longe) e o Empire State lá no fundo

Tentativa de close no Empire State

Brooklyn Bridge e Manhattan com todas as suas luzes

New York, finalmente!

Eis-me aqui de regresso depois de uma intensa semana de atividades. Tá, na verdade não foi tããão intensa assim; eu é que não queria narrar a viagem de qualquer jeito, então achei melhor esperar as aulas da semana passarem pra poder tirar o tempo de sentar na frente do computador e contar, nos mínimos e excruciantes detalhes, como foi a minha estadia na cidade mais incrível do mundo. Apertem os cintos porque vai começar!

Bom, deixa eu começar pela viagem. Nosso ônibus saía da estação de Greenbelt (Greenbelt é uma cidade aqui perto) às 7:15 da matina. Eu acabei indo dormir tarde porque fiquei arrumando e desarrumando as coisas pra levar, mas acordei implacavelmente às 5:45. Vesti meu abrigo rosa e preto lindo e maravilhoso e os meus tênis novos, tomei café, preparei um lanche pra levar, terminei de guardar o que tinha que guardar e saí às seis e meia pra pegar o ônibus até a estação, que ia passar 6:45. Felizmente os ônibus de linha aqui são inacreditavelmente pontuais, porque se a gente perdesse esse estávamos muito lascados. Chegamos na estação com 15 minutos de antecedência (sim, as cidades são muito perto umas das outras) e fomos pra fila do ônibus.

Explico: aparentemente os ônibus não têm lugar marcado. A gente compra a passagem mas não tem assento atribuído, então se quer sentar com alguém ou pegar uma janela tem que chegar cedo. Pelo que eu entendi também tem muitas empresas que vendem mais passagens do que o número de assentos, mas não era o caso da BoltBus, que foi a empresa que levou a gente pro centro do mundo.

Saímos daqui 7:20, com previsão de chegada em NY às 11:45. O ônibus, meus caros, tinha internet free. E bancos de couro e cinto de segurança transversal, como vocês podem ver na foto:

Todos ignorando a cara de sono, por favor. Obrigada.

Não era o maior dos confortos, devo dizer, mas era infinitamente mais barato que o trem, e com internet eu vou num pau de arara daqui até a China... Hehehe. Senti falta foi de água no coletivo. Saí sem nenhuma (a de casa tinha acabado) e não tinha onde comprar na estação. Isso foi ruim. Mas o resto foi bem tranqüilo. Fizemos uma parada em Baltimore pra pegar mais passageiros e concluímos que Baltimore realmente vale uma visita. A entrada da cidade é basicamente um milhão de pontes enoooormes se entrecruzando por cima de um rio. Quem já chegou em Porto Alegre por Guaíba pode ter uma parca idéia de como seja, mas aviso que em Baltimore a coisa é muito maior.

De Baltimore tocamos um diretaço até chegar no estado de Nova Jersey, que é vizinho do estado de Nova York. Paramos dez minutos numa estação de serviços numa cidade aleatória cujo nome eu não lembro, só o tempo de esticar as pernas, ir no banheiro e comprar dois litros de água e um chocolate. Aproveitei e tirei uma foto pra registrar minha segunda passagem pelo estado de NJ (a primeira foi em março, no aeroporto):

BoltBus!

Daí pra frente a ansiedade só aumentou, mas também bateu um sono desgraçado e eu quase amaldiçoei a internet do ônibus, afinal se não fosse por ela eu teria dormido boa parte da viagem. Mas foi bom ficar acordada porque deu pra ir vendo a estrada, que é composta basicamente por mato, algumas estações de serviço, saídas pra outras estradas, pedágios e duas pontes enormes sobre dois rios enormes que eu não sei quais são. Ah, sim, mil pistas de cada lado e absolutamente nada que sequer se pareça com um buraco. Igualzinho à BR-101.

Buenas, eis que de repente surge o aeroporto de Newark na estrada, sinal de que estávamos quase chegando. Quando a gente desceu em Newark em março eu consegui ver a Estátua da Liberdade e uma das pontes que levam a Manhattan, então era só esperar um pouco e NY ia aparecer no horizonte, impávida colossa. Pois dito e feito! Mais um pouquinho e lá estava o skyline de Manhattan, lindo, na nossa frente:

A primeira foto de Manhattan a gente nunca esquece!

Bom, daí a entrar no túnel foi um pulinho. Mas antes, um pouco de geografia básica pra quem não tá ligado: Nova York é uma cidade que tem uma ilha. A cidade não é só a ilha, tem continente pra quase todos os lados. E a ilha fica entre dois rios, o rio Hudson a oeste e o East River ao leste. A ilha é Manhattan. No continente ao norte fica o Bronx e ao sul e ao leste ficam o Brooklyn e o Queens. Tem também umas outras ilhotas, entre elas a Ellis Island, onde ficavam de quarentena os imigrantes nas priscas eras. Talvez alguém da minha família tenha ficado lá. Essa ilha aparece no filme Hitch, na cena em que o Hitch leva a guria pra uma ilha pra ver documentos do avô dela, que tinha imigrado pros States. Quem viu deve lembrar. Tem também a ilha da Estátua da Liberdade e algumas outras menos importantes. Olha aí um mapa pra vocês se situarem:

A gente chegou pela 95, que tá aí no mapa à esquerda. E entramos pelo túnel Lincoln.

Então a gente chegou pelo túnel, que passa embaixo do rio Hudson. Pra quem viu o filme Daylight, com o Stallone (filme de 1996 que eu fui ver no cinema e uma mulher teve um ataque cardíaco no meio da sessão - é sério!), eles ficam presos no túnel Holland. Aqui a primeira foto que eu tirei ao sair do túnel:

Nada muito especial, mas é Manhattan, baby!

Devo confessar que daí em diante eu fiquei quase louca com o visual da cidade, o estilo dos edifícios, tudo! Até com a solução inteligente para a falta de vagas nos estacionamentos:

Beliches para automóveis :)

Quaaase no Madison Square - nosso destino quase final

Logo chegamos (vinte minutos antes do previsto, por sinal), descemos do ônibus e fomos direto pra estação de metrô pra tentar achar o metrô pro Brooklyn, mas não sem antes toparmos com o seguinte outdoor:

Mau sinal... mas sobre isso eu falo mais adiante

Achar o metrô pro Brooklyn na Penn Station (a estação da foto do post anterior) não foi fácil. A estação é enorme e lá passa metrô, passa ônibus, passa tudo. Zanzamos lá dentro uns bons 15 minutos até acharmos o rumo, mas depois de achado foi bem fácil: metrô linha 2 ou 3 sentido downtown e Brooklyn, e tínhamos que descer na primeira estação do Brooklyn, a Clark Street. Olhando pro mapa vocês podem deduzir que pra chegar no Brooklyn tem que passar embaixo d'água de novo.

Chegamos na casa do Paco sem sobressaltos. Chegamos, largamos nossas muambas e saímos com o Paco e o Michael pra almoçar um hamburguer delicioso nas redondezas do Brooklyn Heights. Caminhamos um pouco pelas ruas ali perto e eu fiquei encantada com o lugar. Depois do almoço o Michael foi trabalhar e nós fomos com o Paco peregrinar por Manhattan em busca de uma loja de bicicletas. Mas isso é assunto pra um próximo post.