sábado, 25 de setembro de 2010

Alexandria

Sábado passado fomos pra Alexandria, cidade mega-hiper-ultra histórica no estado da Virginia. Por que só estou falando disso hoje? Porque não tive tempo de postar antes, oras!

Primeiro comentário: dá pra chegar lá de metrô. Sim, o mesmo metrô que passa aqui em Maryland passa em DC e vai até a Virginia. É quase como se desse pra ir de metrô de Passo Fundo até Cascavel. Com o cartão Smartrip, que é um cartão de passagem tipo o bilhete único de São Paulo ou o TRI de Porto Alegre, a viagem toda custa US$3,25: um ônibus e duas linhas de metrô. Mas é interestadual. Muito bom!

Segundo comentário: fez um dia absolutamente lindo! Tivemos muita sorte: sol, mas nada de calorão, tava até friozinho quando saímos de casa (10ºC às dez pras 8 da manhã). Chegamos em Alexandria por volta das nove da manhã. O metrô te deixa na King Street e aí é só seguir por ela até chegar no rio. No meio do caminho fica todo o centro histórico.

King Street e o metrô ali atrás

Como tava friozinho e tal, resolvemos parar pra tomar um café numa cafeteria local, mesmo sabendo que o resultado não seria dos melhores. De fato, o café era uma caca, mais fraco que uma pulga subnutrida. Mas o lugar era bem bonitinho:


Continuamos andando em direção ao rio. A cidade é encantadora, realmente muito charmosa: muitas lojinhas de arte e decoração, muitas lojas de livros usados, muitas fachadas bonitas:


Quinze quadras depois, chegamos no centro histórico. Nossa primeira parada foi o centro de visitantes, onde tem tudo quanto é tipo de informação pros turistas. Pegamos uns mapas, prospectos de passeios dentro e fora da cidade (por exemplo, a casa do George Washington em Mount Vernon) e aproveitamos pra fotografar a própria casa, que é um imóvel histórico:

Fachada da casa Ramsay - 1749

Eu na varanda da casa...

... e no jardim

Super evento da cidade: dia internacional de falar como um pirata. Ia acontecer no dia seguinte.

Saímos lá de dentro com quatrocentos mil papéis e rumamos até a antiga fábrica de torpedos, que agora é um grande ateliê de arte de frente pro rio.

É um megaprédio!

Como vocês podem constatar

Ruim, né?

"calçadão" de Alexandria

Dentro do prédio tem um "museu" de arqueologia muito pequeno e três andares de estandes de artistas de todos os tipos (até um de pintura em seda muito impressionante, mãe).


Andando lá por dentro nos deparamos também com isso:

A máquina de refrigerante mais antiga do mundo

Na verdade tem mais de uma espalhada pelo prédio. Nós paramos numa outra que tinha ginger ale. Tudo por um dólar. Sapequei um dólar e saí feliz com uma ginger ale geladinha. Já o baiano decidiu que ia gastar as moedas, o que nos fez ficar em volta da máquina uns dez minutos enfiando pennies (moedas de 1 centavo) pra pegar o refrigerante. Não posso falar por ele, mas o meu valeu a pena:

I ❤ ginger ale

Saímos da fábrica de torpedos e nos metemos a andar pela beira do rio. Tem um monte de atracadouros e é muito gostoso ficar lagarteando no sol.

Pezinho no Potomac

Avião descendo...

...porque o aeroporto é logo ali

Sim, o Aeroporto Nacional Ronald Reagan é pertíssimo dali. A gente inclusive passou por ele na ida, com o metrô, mas foi impossível tirar fotos :(

Ali do outro lado do rio é Washington. Aquela coisa branca lá no fundo é o Capitólio!


Parece o Brooklyn. Ah, Brooklyn...

Praça central da cidade

Torre da prefeitura. Sim, o prédio é grande demais pra caber numa foto. Sim, eu deitei no chão pra bater essa foto

Paramos no nosso primeiro museu do dia: a Gadsby Tavern. Era uma taverna que depois ganhou um hotel anexo. Dizem que lá esteve o George Washington comendo, e também outros presidentes americanos e personalidades históricas da época. É bem legal a forma como eles conservam tudo, tem objetos da época e simulações em resina do que se comia na época, como se comia, como eram as camas, etc. Por exemplo, na época em que só existia a taverna, o dono tinha quartos pra alugar no andar de cima. Cada quarto tinha duas camas com armação de madeira, estrado de corda e colchão de palha. E diz a guia que em cada cama dessas, certamente menores do que uma cama de casal de hoje em dia, dormiam até
cinco homens. De botas, por medo de roubarem as botas. Os outros que fossem chegando podiam dormir no chão, então um quarto daqueles acomodava até quinze, dezesseis pessoas. Obviamente não tinha banheiro e ninguém lavava os lençóis. Ecaaaaa!


O prédio menor era a taverna e o maior, da esquina, o hotel

Da taverna fomos... almoçar num pub irlandês, pra manter o clima. Na verdade não fazíamos idéia de onde almoçar, aí vimos esse pub, paramos pra olhar o cardápio (sempre tem um cardápio na rua pras pessoas olharem antes de entrar) e um cara que tava passando perguntou se a gente nunca tinha comido lá e disse que era bom e valia a pena. Aí entramos. E descobrimos um pub de outro mundo. Enorme, cheio de decoração típica irlandesa E americana, milhões de fotos do dono do pub, velhinho, ao lado de várias celebridades e figuras públicas importantes dos Estados Unidos, da Irlanda e até o Papa. No som, uma musiquinha irlandesa muito parecida com música do Tirol. Foi divertido.

Algumas das fotos nas paredes

Meu almoço: torta de carne com legumes e purê de batatas. Delicioso!

Depois do almoço entramos por uma ruazinha e nos deparamos com umas casas históricas muito legais.

Prestem atenção: o sobradão é de madeira!

E esse também

E tem uma lâmpada externa de querosene!

De lá fomos pro Apothecary Museum. Tenho que confessar: depois da beira do rio, esse é o meu lugar preferido! É uma farmácia muito antiga, foi aberta em 1792 e fechou em 1933, por causa da crise de 1929. E os donos simplesmente fecharam as portas e deixaram tudo lá dentro: frascos de remédios e ingredientes, móveis, tudo. Então dá pra ver perfeitamente como era a loja, como os caras "montavam" os remédios na hora pro cliente, e como depois de um tempo produziam os medicamentos pra vender em filiais em outros estados.


Eles também vendiam produtos manufaturados por outras empresas, como óculos, mamadeiras...

E Vick Vaporub - vocês sabiam que Vick é velho desse jeito?



Que legal!

Tá, tá, chega de foto e vamo vê o resto...

No andar de cima tem todas as matérias-primas em gavetinhas...

Caixinhas...

E a mesa de trabalho com os fazedores de rótulos, cortadores de rolhas, formas de comprimidos...

Saindo dali fomos na Carlyle House, que é a casa mais importante da cidade. O Carlyle era um britânico que veio pros Estados Unidos tentar a vida e ficou rico. A casa dele é, ora pasmem, um museu!


Interessante que até trinta anos atrás essa casa tava completamente destruída e invadida por famílias que moravam aí mesmo sem ter eletricidade, esgoto ou água encanada. A prefeitura retomou a casa e tá restaurando e montando como seria a casa do Carlyle. Muito bacana. Quando foi construída, a casa era de frente pro rio; agora tem várias coisas entre a casa e o rio, mas o jardim na parte de trás da casa é lindo de morrer e sempre tem casamentos lá, inclusive nesse dia.

Jardim atrás da Carlyle House

Muito lindo!

Tchan!

Tchan!

Tá, sério agora...

Buenas, depois de toda essa cultura resolvemos rumar pra beira do rio pra comprar nossas passagens pro passeio de barco. Sim, passeio de barco! Dentre as várias opções, escolhemos ir até Georgetown, em Washington, de barco, e de lá vir embora. Compramos passagens pro barco das 18:30. Eram 17:15, então resolvemos sentar no lounge bar do restaurante que tem na beira do rio, pedir uma garrafa de vinho branco e um tira-gosto de caranguejo, que é super típico de toda essa região.

Restaurantezinho meia-sola hehehe

Passando mal...

Caranguejo com quejo hehehe

Às seis e meia entramos no barco pro passeio. Tava um fim de tarde infinitamente lindo, e apesar de o volume do sistema de som do barco estar tão baixo que não deu pra ouvir nada, foi bem legal. Algumas fotos pra vocês morrerem de inveja:



Avião chegando pra pousar no Ronald Reagan



O obelisco

Lincoln Memorial

Chegando em Georgetown

Washington by night

Descendo do barquinho :)

domingo, 19 de setembro de 2010

Da série: produtos bizarros

Sem comentários...

Meus livros, minha vida

Entonces que ao voltar de NY eu resolvi comprar alguns livrinhos pela Amazon. Ou melhor dizendo, eu já tinha decidido, só precisava ter certeza de que NY não faria um estrago na minha conta bancária. Não fez.

Lá fui eu então escolher os livros e os fornecedores. Resolvi comprar seis: os clássicos Syntactic Structures, Aspects, Pisa Lectures e Logical Structure of Linguistic Theory, do Chomsky; A Theory of Syntax, do meu querido orientador Norbert Hornstein; e last but not least o Mathematical Methods in Linguistics, de Partee, Ter Meulen & Wall, esse último um sonho antigo realizado pela bagatela de 13 dólares - e com capa dura! Sim, podem babar.

Fazendo as contas e recontas, acabei decidindo comprar três com a Amazon mesmo e três de outros fornecedores. Os da Amazon tavam programados pra chegar via empresa de courier em dois dias, o que significava que iam chegar na sexta. Perfeito, sexta eu podia ficar em casa pra receber. Os outros três iam vir pelo correio normal e podiam demorar até dia 29, mas esses o carteiro põe direto na caixinha, não precisa ficar esperando em casa.

Ok, na sexta fiquei em casa pra esperar minhas encomendas lindas e maravilhosas. Aproveitei pra assistir a sabatina do Serra, limpar a casa e estudar. Tá. Quase meio-dia e nada ainda do caminhãozinho marrom chegar, fui fazer almoço. Cheguei na cozinha e vi pela janela o caminhãozinho marrom estacionado aqui na frente. Fiquei só esperando baterem na porta. Nada. Daqui a pouco olho pra rua e lá se vai o caminhãozinho marrom sem me entregar meus ricos livrinhos. Não pude acreditar!

Corri pro site da Amazon e tava constando lá que tinham tentado entregar, mas o endereço tava errado. Como assim, Bial? Entrei lá no meu cadastro e o site simplesmente tinha sumido com a segunda linha do meu endereço, que é onde a gente informa o fundamental, imprescindível número do apartamento.

Imediatamente me toquei que os livros que vinham pelo correio teriam exatamente o mesmo problema. Entrei em pânico total de pensar que os livros podiam voltar pros donos e que eu teria que comprar tudo de novo, o que obviamente não ia poder acontecer porque eu ainda não fiquei milionária nos Estados Unidos. Entrei em contato com os meus vendedores pra ver se alguém tinha solução pro meu problema. Depois entrei no site dos correios e comecei a ligar pra tudo quanto era número até conseguir ser atendida por um humano que me redirecionou pra outros humanos que não tinham solução pro meu problema. A moça que me atendeu foi muito solícita, mas sugeriu que eu "corresse atrás do carteiro". Ótima solução, se eu soubesse o dia exato em que as encomendas iam chegar.

Finalmente, fui atrás de descobrir o telefone do meu correio local, o que implicava descobrir qual era o meu correio local. Descobertas as informações no site dos correios, lá fui eu ligar. A moça foi bem atenciosa, rastreou dois dos três pacotes (que tinham número de rastreamento) e descobriu que eles tavam na rua já, pra serem entregues. Solução: ficar de tocaia na janela esperando o carteiro passar. Quando o caminhãozinho chegou eu me despenquei lá pra baixo (não sei como não sofri um acidente fatal na escada) e ataquei o carteiro. Perguntei se ele tinha alguma coisa pro número 3421 sem apartamento e ele respondeu um siiiim, com aquela cara complacente de quem tá na frente de uma pessoa completamente desmiolada. E pra minha surpresa lá estavam os três pacotes, chegando muitas luas antes da data prevista. Foi legal que eu já fiquei amiga do carteiro também.

Resolvida essa parte do problema, lá fui eu então ligar pra empresa courier pra ver o que fazer dos outros três livros. A moça também foi muito atenciosa, mas me disse que o tipo de encomenda não permitia que ela alterasse o endereço pra eles me reentregarem. A solução era eu ir na sede deles buscar os meus pacotes. Lá fui eu pesquisar onde fica (e descobrir que é em outra cidade, relativamente perto, mas um trampo pra ir de ônibus). Acabei indo lá na segunda-feira, acompanhada pelo meu fiel escudeiro baiano. Três ônibus e duas horas pra ir, dois ônibus e uma hora e meia pra voltar, e eis que eu estava de posse de todos os meus livrinhos queridos.

Resumo da ópera: foi O trampo, mas eu consegui ter todos os meus livrinhos. E consegui também comprovar a eficiência dos serviços aqui nos Estados Unidos. Fiquei bem feliz :)

Anotações aleatórias

1) Lembram do meu indiano timer? Pois é, fiquei um tempão sem ver a figura. Aí na semana em que voltamos de NY cruzei com ele na universidade... vestindo exatamente a mesma roupa de sempre! Ainda bem que ele passou longe hehehe.

2) Para os curiosos em saber como resolvi a pendenga do desodorante: comprei um stick mesmo, da Dove. E vou falar que tou gostando bastante! O cheirinho é bom, dura o dia todo e não mancha a roupa. Dos males o menor...

3) Após a minha decepção com o Fritos (salgadinho que devia ser Baconzitos mas mais parecia um Doritos), descobri um salgadinho fidedigno: o Funyuns. Esse sim é um Cebolitos genuíno hehehehe. Infelizmente o meu salgadinho favorito é Baconzitos e não Cebolitos, mas dá pro gasto.


4) Virei meu quarto todo hoje: troquei o lugar da cama, da mesa auxiliar, do gaveteiro, fiz uma revolução! Ficou bem legal. Também fiz uma lasanha e congelei para um futuro próximo.

5) A Target, minha loja preferida no PG Plaza, agora tem uma seção de hortifruti e carnes. Comparei os preços assim por alto e me pareceu que é mais barato que o Shoppers. O que é uma merda, porque cada vez que eu entro na Target os meus impulsos consumistas vão às alturas: lá dentro tem um milhão de coisas legais em todas as áreas de consumo possíveis: maquiagem, produtos de limpeza, higiene e beleza, coisas para o lar, eletrônicos e o que mais vocês puderem imaginar. Minha nossa senhora do auto-controle, rogai por nós!

6) Essa semana também comprei meu lençol de soft. Sim, lençol de soft! Muito bom e muito quentinho - e muito barato! Comprei um conjunto de casal com lençol de baixo com elástico, lençol de cima e duas fronhas, tudo de soft e tudo roxinho. Bem bacana. Vou usar o lençol de cima dobrado, como cobertor, e depois levo tudo embora e uso na minha futura nova cama de casal que eu pretendo ter quando voltar pro Brasil. Essa também é, oficialmente, a primeira peça de enxoval que eu compro pra mim e pro Sr. Anônimo e pra nossa futura casa :)

7) Minha cadeira do quarto é ruim. Tou pensando seriamente em comprar uma almofada pra colocar aqui em cima.

8) Tá difícil achar ginger ale nessa terra! Não tem no Shoppers, não tem na Target... vou morrer sem ginger ale, buááá!

9) Por falar em ginger ale, essa semana descobrimos onde ficam as maquininhas que vendem refrigerantes e salgadinhos/chocolates aqui no prédio. Não sei se pra meu azar ou pra minha sorte, elas não vendem ginger ale. Felizmente eu não sinto mais vontade de comer chocolate durante a tarde, também.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NY, day 4 - Brooklyn e de volta pra casa

A segundona começou preguiçosa, como todo bom feriado. Eu teria dado um dedo pra dormir mais meia hora quando o despertador tocou, às sete da manhã. Tava genuinamente exausta. Mas fui corajosa, levantei, tomei café com as meninas, depois o baiano apareceu pra dizer oi e no fim conversamos até as dez e meia. Foi bem legal. Passamos no Paco pra pegar as coisas do baiano e ele resolveu sair com a gente pra dar uma volta pelo Brooklyn e passar na Macy's pra ver as liquidações.

Sim, gente, pleno feriadão e as lojas to-di-nhas abertas. Acontece que o Labor Day é meio que o "final oficial" das férias e do verão, apesar de as férias já terem acabado e de o verão só acabar dali a 15 dias. Então todas as lojas abrem com mega remarcações de queima de estoque e o povo se joga. A gente não sabia disso, claro, senão eu teria sido a primeira a querer me jogar pra Manhattan pra bater as grifes da Quinta Avenida. Mas deus é pai e me manteve na ignorância. Obrigada.

O Brooklyn é um bairro charmosérrimo, especialmente essa parte mais perto de Manhattan, que é o Brooklyn Heights. Eu moraria lá tranqüilamente (hehehehe juuuura).

Brownstones - casas marrons típicas do Brooklyn

tem um calçadão na beira do rio. olha a Brooklyn Bridge aí de novo!

eu, o Paco e a Estátua da Liberdade

eu, o Paco e Manhattan - e digam aí se a minha camiseta da puliça de NY não é o máximo!

mais Brooklyn

o Brooklyn tem uma igreja em cada esquina - literalmente!

detalhes arquitetônicos muito bonitos

Andamos um pouco até chegar ao centro do Brooklyn, depois fomos na Macy's. O Paco não achou nada interessante. O baiano comprou uma bermuda. Eu comprei um sapato peep-toe chiquérrimo que eu não tiro mais do pé. Depois fomos almoçar comida árabe - um clássico nova-iorquino - com os nossos anfitriões. Só faltou mesmo comer um pretzel na rua, mas isso fica pra próxima...

baiano, eu, Paco, Michael e as ginger ales

Depois do almoço foi correr pro apartamento, pegar as nossas trouxas, dizer adeus e correr pra Manhattan pra pegar o ônibus de volta. Tava a maior muvuca, um monte de gente, o ônibus veio lotado e não fez parada estratégica, só em Baltimore pra descarregar um povo. E falando em Baltimore...

um flash rápido e incompleto das pontes na entrada de Baltimore

Chegamos de volta ao calor, abafamento e feiúra de College Park às sete e vinte da noite. Bateu uma leve depressão, mas sempre teremos Nova York hehehehe.

Agora deixem-me mencionar algumas coisas importantes da viagem, pra concluir:

1) pela primeira vez na história da minha vida eu não levei meu travesseiro de estimação;
2) pra quem não notou, em algum momento nas fotos desse post meu óculos de sol mudou (hehehehe);
3) eu descobri que emagreci um monte desde que cheguei aqui! (já contei mas não custa repetir);
4) eu amo ginger ale. e não, ginger ale não é a mesma coisa que Schweppes Citrus, apesar da embalagem ser parecida;
5) o metrô indica com voz e luzinhas piscando num mapa em que estação a gente está (que nem os metrôs mais modernos de Sampa). e antes da porta fechar tem uma voz de locutor de programa de auditório que diz: "stand clear of the closing doors, please" ("fiquem longe das portas se fechando, por favor");
6) em Little Italy, por pouco não comprei uma camiseta com os seguintes dizeres: "I survived an Italian mother" ("eu sobrevivi a uma mãe italiana");
7) as porções de comida em NY são tão gigantescas quanto as daqui (em breve escreverei sobre isso);
8) não vimos nenhuma celebridade, nem o Chomsky, que ia pra lá no dia seguinte :(
9) se vocês estranharam a foto na frente do Capital One e não do Chevy Chase, explico: o Capital One comprou o Chevy Chase e agora meu banco não tem mais nome de comediante;
10) e saciando a curiosidade geral da nação, não, eu não achei um roll-on na Gristedes, nem na Rite Aid nem em nenhuma das outras mega-farmácias que eu vasculhei. ou melhor, até achei alguns, mas eram de marcas tão duvidosas quanto o que eu comprei e joguei fora.

Pronto, agora sim, contei tudo o que tinha pra contar. É provável que eu tenha esquecido uns cinqüenta mil detalhes, mas tudo bem. A partir de agora retomamos a nossa programação normal. Quem viver, verá!