terça-feira, 31 de agosto de 2010

Às compras!

Como se não bastasse toda a minha emoção com o início das aulas, sexta-feira vamos conhecer Nova York! Sim, crianças, eu vou conhecer o berço da civilização ocidental! (hehehe) Vamos aproveitar que segunda que vem é o feriado do dia do trabalho (finalmente a regra de moda "não use branco depois do dia do trabalho" fez sentido pra mim) e emendar de sexta a segunda. Não, não estamos milionários; vamos ficar na casa do super Paco, que vai fazer o favor de abrigar dois estudantes pobres latino-americanos sem dinheiro no Chevy Chase. Vou erguer uma estátua pra ele por me permitir essa oportunidade! E a passagem ida e volta pra uma viagem de quatro horas e meia num ônibus confortável e com internet custou a merreca de US$46,25. Nunca mais quero viajar de ônibus no Brasil!

Bom, mas como pra conhecer NY a gente precisa caminhar, e muito, resolvi que era hora de comprar um tênis, coisa que eu vinha me amarrando pra fazer desde que eu cheguei. Então hoje depois da emoção da aula do Lasnik fomos, baiano et moi, até o PG Plaza comprar tênis. E aí a minha felicidade, que já tava nas alturas das alturas, só fez aumentar. Motivos:

1) Comprei um tênis da Adidas por... US$49,99. Mais as taxas saiu por US$52,99. E olhem que lindo!

Olha o Deus de Pelúcia de Robert ali atrás... rs

No pé!

Sim, eu detesto tênis, acho que ninguém fica bem de tênis, todo mundo sabe disso. Mas eu decidi que vou voltar nessa loja e vou comprar pelo menos mais um par. O tênis mais caro que eu vi lá dentro custava ridículos US$59,99 e era um Nike de couro muito bonito. Aqueles tenizinhos bonitinhos da Puma que eu namoro há anos mas nunca compro custam US$39,99, mais barato que os falsificados da Galeria Pagé. Nunca mais vou ter coragem de comprar um tênis no Brasil!

2) Depois do tênis, andando pelo shopping, passamos num quiosque de fazer sobrancelha e eu realizei um sonho de muitos anos: fazer a sobrancelha com linha. Confirmei as expectativas: dói menos que cera, dói muito menos que pinça (nada dói mais do que pinça!) e a pele não fica quase nada vermelha e irritada (mesmo a minha). Foi bem rápido, mesmo fazendo quase dois meses que a minha sobrancelha não via uma cera, e ficou super bem feito. E tudo isso por apenas dez dólares. No Brasil um dos poucos lugares que eu vi que tinha esse serviço custava a bagatela de 40 reais. Faz-me rir, né. Nunca mais quero fazer a sobrancelha no Brasil!

3) Por fim fomos na Target, pra eu procurar pela bilionésima vez um sabão e um desodorante roll-on decente (o meu eu decidi que não vou mais usar, além de tudo é grudento e deixa a roupa muito manchada). Sem sucesso. Comprei um desodorante stick da Dove tamanho viagem pra testar e até achei bonzinho, se nada mais der certo vou usar sempre esse. Mas antes quero virar NY de ponta cabeça, mas credo se eu não vou achar um roll-on da Nivea lá! Comprei também açúcar e pasta de dente, tudo em tamanho colossal (uma hora ainda quero escrever sobre isso com calma aqui no blog, mas não será hoje). E vi café Pilão! Ou melhor, café Pilon. Não acreditam? Olha aí:

Obviamente não comprei, café Pilão já é horrível no Brasil, imagina aqui!

Bom, vou ficando por aqui que amanhã é dia de São Levantar Cedo. Mas já vão se preparando porque eu provavelmente vou ter muita coisa pra contar de NY na semana que vem!

6 comentários:

Clark disse...

Não é o BERÇO! O berço é a Grécia... (ou Jerusalém). New York é o AUGE da Civilização Ocidental! rs

Anônimo disse...

Caféééé Pilonnnnn.... hiauauhuauahhauh....
O próximo será Cafe Pelé, ou cafe viagra, como ele é conhecido aí huahuhahuaha
Vai encontrar também o Damm "it" asco!!! huahuahahua

Ana Paula disse...

Parece que este povo precisa conhecer o ma-ra-vi-lho-so Café Caboclo (se é que ainda existe esta praga). Definitivamente, o tráfico de produtos nacionais é o caminho para a felicidade financeira!!

Nelci disse...

Nossa Senhora do Superlativo!!!!

Leo disse...

pior que café pilão e café caboclo, só café pelé!
tenho certeza que há leitores desse blog que concordarão comigo... rs

Ana Paula disse...

Claro!! Era o café (queimado) que serviam lá no Antônio!! Credo, e eu ainda pagava por aquele pesadelo!!